Have you ever felt weird for being Brazilian? Asking questions like: Do we have a history? Have we ever been together? What is happening in politics? Why are speeches so unispiring? 
Por que o primeiro mundo é melhor? É porque eles não jogam lixo nas ruas, não roubam bicicletas? É porque eles passaram por guerras, se uniram contra um inimigo comum, forçosamente tiveram que ignorar desigualdades, se aceitar?
Podemos nos unir sem uma guerra? Quem estaria disposto levantar a voz e guiar, sem aparente risco de vida? Quem seguiria este alguém, se nossas vidas estão razoáveis como estão? Por o que lutaríamos? Nacionalismo, igualdade? Confiança de que somos capazes?
Só sei que não achamos nosso país igualmente bom. Sabemos que temos muito onde melhorar. Mas como começar? Como fazer todos nós entendermos que precisamos colaborar, que somos capazes de fazer algo por alguém, seja quem formos?
O nosso país é belo, o nosso hino alegre, o nosso povo valente. Vale a pena lutarmos por um lugar assim. Bastaria um objetivo, um plano. Eu seguiria você, e tenho certeza que muitas mais pessoas também. Nos incite coragem e confiança. Temos competência para viver melhor. 

Have you ever felt weird for being Brazilian? Asking questions like: Do we have a history? Have we ever been together? What is happening in politics? Why are speeches so unispiring? 

Por que o primeiro mundo é melhor? É porque eles não jogam lixo nas ruas, não roubam bicicletas? É porque eles passaram por guerras, se uniram contra um inimigo comum, forçosamente tiveram que ignorar desigualdades, se aceitar?

Podemos nos unir sem uma guerra? Quem estaria disposto levantar a voz e guiar, sem aparente risco de vida? Quem seguiria este alguém, se nossas vidas estão razoáveis como estão? Por o que lutaríamos? Nacionalismo, igualdade? Confiança de que somos capazes?

Só sei que não achamos nosso país igualmente bom. Sabemos que temos muito onde melhorar. Mas como começar? Como fazer todos nós entendermos que precisamos colaborar, que somos capazes de fazer algo por alguém, seja quem formos?

O nosso país é belo, o nosso hino alegre, o nosso povo valente. Vale a pena lutarmos por um lugar assim. Bastaria um objetivo, um plano. Eu seguiria você, e tenho certeza que muitas mais pessoas também. Nos incite coragem e confiança. Temos competência para viver melhor. 


totally agree

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Que aflição ficar o dia todo entre fazer algo ou outra coisa.
Que melhore :).

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O Problema

                       

Era uma noite de sábado (provavelmente), meus irmãos, eu e minha mãe resolvemos, então, assistir a um filme inofensivo: Quebrando a banca. Ele se mostrou interessante, com personagens envolventes! Mas, falo dele porque relembrou um probleminha que… tem gente que diz que a solução é muito discutível.

O problema é assim:

Você está num programa televisivo e o apresentador lhe propõe um jogo. Há 3 portas, duas com cabras e uma com um carro novinho. O que você deve fazer é escolher uma das portas. Em seguida, o apresentador lhe revela que, atrás de outra porta, há uma cabra. Para ganhar o carro, você escolhe trocar de porta ou continuar com a escolha do início?

No filme, o garoto logo responde:

“Troco de porta porque minhas chances passam de 1/3 para 2/3 de ganhar o carro.”

Na minha cabeça as coisas assim se passavam:

“Por que, raios, por quê? Não é tanto faz? Agora a minha chance é de 1/2 e pronto!” 

O filme acabou e, finalmente, pude discutir o problema com minha irmã. Nos convencemos dos 2/3. Pensamos assim:

“Quando escolhemos a porta, no início, temos 2/3 de chance de ter pego uma cabra. Logo, o apresentador tem 2/3 de chance de ter nas suas portas um carro e uma cabra. Se ele nos mostra uma cabra, há 2/3 de chance do carro estar na que ele não revelou. Então, se nos permite, trocamos de porta.” 

Existem outros modos de se explicar o problema…

“Ao escolhermos, inicialmente, uma porta temos 1/3 de chance de ter ganho o carro. Quando trocamos de porta, só perderíamos se, por azar (ou sorte?), tivéssemos escolhido inicialmente o carro. Passamos a ter 1/3 de chance de perder e, logo, 2/3 de chance de ganhar.”

Ou ainda

“Se pudesse escolher duas portas suas chances seriam de 2/3. O apresentador ficou com duas portas e, ao lhe mostrar a cabra e permitir que você trocasse de porta, é como se te desse a chance de ter escolhido aquelas duas.” 

Enfim… dizem que depende como você interpreta. Mas entre tanto faz e é melhor trocar, a gente troca por via das dúvidas.


Acabo de voltar de viagem!
Me diverti muito com o Luis e minha priminha lá em Maringá! O tempo foi todo aproveitado com brincadeiras de montão! Além de escrevermos um livrinho sobre um gato que faz muitas amizades ao buscar pela princesa perdida, empinarmos pipa e etc, fizemos esses biscoitinhos da foto! Minha priminha é muito habilidosa, ela quem fez o cachorrinho de olhos estrelados!
Apesar de ter sido uma receita da família por muitos e muitos anos (é da revista Cláudia), resolvi que tamanha gostosura precisava de divulgação. Então, arregacem as mangas e façam vocês também!
Ingredientes:
1 e 1/4 de xc de manteiga à temperatura ambiente
3 e 1/2 xc de farinha de trigo
3/4 de xc de açúcar
1/2 xc de fécula de batata
1 cl de chá de essência de baunilha
1 pitada de sal
2 cl de sopa de chocolate em pó
Modo de Preparo:
Misture todos os ingredientes, exceto o chocolate, numa vasilha, pode usar as mãos. Divida a massa em duas porções iguais. A uma delas acrescente o chocolate. Embrulhe-as separadamente em papel alumínio e deixe na geladeira por uma hora. Depois, faça formas com ela. Deixe assar por uns 10 minutos a 180°C.  
A gente fez aquele formato xadrez juntando paralelepípedos brancos e pretos com água para grudar e depois cortamos os quadradinhos! A massa, antes de ir à geladeira, é bem quebradiça mesmo.
Foi isso (mais ou menos). Nunca tinha usado fécula de batata antes, acho que ela é essencial para o biscoito esfarelar na boca!
Boa sorte a todos e tentem fazer mesmo!
Um piquenique no Ibirapuera com eles ia ser uma delícia! (se vc for minha vizinha, pode passar aqui para a gente fazer biscoitos de lanche) 

Acabo de voltar de viagem!

Me diverti muito com o Luis e minha priminha lá em Maringá! O tempo foi todo aproveitado com brincadeiras de montão! Além de escrevermos um livrinho sobre um gato que faz muitas amizades ao buscar pela princesa perdida, empinarmos pipa e etc, fizemos esses biscoitinhos da foto! Minha priminha é muito habilidosa, ela quem fez o cachorrinho de olhos estrelados!

Apesar de ter sido uma receita da família por muitos e muitos anos (é da revista Cláudia), resolvi que tamanha gostosura precisava de divulgação. Então, arregacem as mangas e façam vocês também!

Ingredientes:

1 e 1/4 de xc de manteiga à temperatura ambiente

3 e 1/2 xc de farinha de trigo

3/4 de xc de açúcar

1/2 xc de fécula de batata

1 cl de chá de essência de baunilha

1 pitada de sal

2 cl de sopa de chocolate em pó

Modo de Preparo:

Misture todos os ingredientes, exceto o chocolate, numa vasilha, pode usar as mãos. Divida a massa em duas porções iguais. A uma delas acrescente o chocolate. Embrulhe-as separadamente em papel alumínio e deixe na geladeira por uma hora. Depois, faça formas com ela. Deixe assar por uns 10 minutos a 180°C.  

A gente fez aquele formato xadrez juntando paralelepípedos brancos e pretos com água para grudar e depois cortamos os quadradinhos! A massa, antes de ir à geladeira, é bem quebradiça mesmo.

Foi isso (mais ou menos). Nunca tinha usado fécula de batata antes, acho que ela é essencial para o biscoito esfarelar na boca!

Boa sorte a todos e tentem fazer mesmo!

Um piquenique no Ibirapuera com eles ia ser uma delícia! (se vc for minha vizinha, pode passar aqui para a gente fazer biscoitos de lanche) 


Certa vez, ganhei um tamagochi como este. Por apitar incessantemente e ser sensível demais, foi somente até o segundo estágio e morreu. Tive outros que também pouco duraram. No entanto, jamais os esqueci. Tanto que a uns seis dias, quando reencontrei dois deles que se mantinham conservados, me ocorreu de repor suas baterias e finalmente alcançar o estagio final!

Pois bem, eles reviveram. Um para mim, outro por conta do Luis (que nunca tivera um). Eles nos acordaram todas as manhãs por volta das nove, com apitos afetivos que pediam por comidinha ou carinho! Eles cresceram, engordaram (o do Luis passou de 100 kg, devido à uma dieta rica em sorvete), jogaram muito jan ken po e chegaram ao estágio em que já se distinguiam: o meu, um sauroposseidon o do Luis, um centrossauro.

Estávamos num almoço em família, acabara de mostrar à avó do Luis como os bichinhos tomavam banho quando, malévola e subitamente, a tela de meu tamagochi piscou e seu destino foi cruel, com apenas 4 dias, morrera! 

Os sonhos dos bichinhos crescerem juntos, um dia batalharem ou se casarem se desfez. Dois dias depois o bichinho de Luis morreu de saudades (a tela apagou, na verdade), mas com patinhas.

Me consola que ambos morreram felizes e de barriga cheia, havíamos atendido a todos apitos. Foram, certamente, para o céu dos tamagochis onde se reencontrarão. 

Um ponto, apenas, ainda queda obscuro: Nos venderam baterias velhas?     


Prefácio

Me apresento: Sou Giulia, encantada por te conhecer. 

Vamos logo ao que paga a pena: contar alguma coisa interessante, ou nem tanto.

Inicialmente, minha vida. Moro num apartamento antigo e aconchegante com minha linda e feliz família. Tenho um gato muito sabido. Faço o curso de Ciências Moleculares da USP, para mais informações use o Google. E, como estou de férias, também faço outras coisas como ir ao cinema, jogar (tabuleiro ou wii), montar quebra-cabeça (se quem estiver lendo for meu vizinho(a), pode vir me ajudar a montar!), dentre outras coisas construtivas. A maioria delas, faço ao lado de minha fiel dupla, Luis. Certa vez o conheci e nunca mais me esqueci (do que é gostar de alguém!).

Quanto à minha personalidade, concordo com quem diz que tenho espasmos de sociabilidade. No resto do tempo, tenho medo de muitas coisas (isso deveria ser superado).

No quesito disciplinas, gosto de música, desenho, matemática e computação, principalmente. Quanto à comida, anchova assada e arroz branco é o predileto (eu gosto do que minha mãe faz).

Agora, o que pretendo fazer com esse tal de Tumblr é mesmo uma incógnita. Seria bom ter sugestões… Humm, eis que acato uma sugestão de ninguém mais que Mingau, o gato sabido: vou postar coisas sobre o que vivo!

(Sendo otimista,) Até breve!